domingo, 13 de janeiro de 2008, posted by Ao Sabor da Poesia at 19:54

Acordei com suas mãos mornas

Alisando docemente o meu corpo

Não resisti me virei para ti

Você não recuou, continuou

Fui sentindo um arrepio colossal

Deixei-me levar pelos espasmos

Que provocavam um estremecimento

Em todo meu corpo

Teus lábios foram desvirginando-o

Quanto mais me beijava

Mais meu corpo flutuava

Não resisti me entreguei a ti

Deliciei-me com o teu prazer

Que dividia com o meu

Depois de um tempo...

Corpos suados... Exaustos

Mas completamente extasiados

O cheiro de amor impregnado no ar

E nós entrelaçados adormecemos

Depois do ato de amor consumado


 

 
1 Comments:


At 24 de abril de 2008 07:24, Blogger Graça Lopes

Ao sono, para que lhe represente a imagem da amada

Ó tu, consolador dos malfadados,
ó tu, benigno dom da mão divina,
Das mágoas saborosa medicina,
Tranquilo esquecimento dos cuidados;

Aos olhos meus, de prantear cansados,
Cansados de velar, teu voo inclina;
E vós, sonhos de amor, trazei-me Alcina,
Dai-me a doce visão de seus agrados.

Filha das trevas, frouxa sonolência,
Dos gostos entre o férvido transporte,
Quando me foi suave a tua ausência!

Ah!, findou para mim tão leda sorte;
Agora é só feliz minha existência
No mudo estado que arremeda a morte.
Bocage
...para a Angel...e parabéns pelo teu poema...é arrojado...é poesia!

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